FGV Jr.

Carta aberta

Escrito por Maria Luiza Sanches

Meu último dia foi como muitos dos outros que vivi no último ano. Acordar na agitação de mais uma rotina pela frente, seguir para a faculdade sabendo que os compromissos me esperavam e que talvez eu precisaria de algumas horas extras para preencher todo o meu planejamento de tarefas do dia. Ao sair da ultima reunião, oficialmente como Vice-Presidente, pude perceber que, para mim, o último dia no calendário passou, mas o último dia como admiradora da empresa está muito longe de acontecer.

Trajetória. Experiência. Aprendizado. Crescimento. A FGV Jr. superou as expectativas rasas de uma estudante de Direito do segundo período e, hoje, eu venho relatar um pouco do que foi vestir a camisa da empresa.

Entrar na faculdade é se jogar em um mar aberto (e, por vezes, de ressaca) de possibilidades, sendo um marinheiro que mal consegue governar o próprio barco. Nessa época, eu era essa marinheira, mas com alguns traços de curiosidade por experiências novas.

No segundo período conheci a FGV Jr. e participei do processo seletivo. Desde a primeira interação com a entidade, puder perceber o quão a Empresa Junior poderia abrir portas do mercado de trabalho, não só para o Direito, como para outras áreas de atuação. Com dinâmicas que me colocavam em um teste pessoal e trabalhos em equipe que me fizeram perceber o quão é interessante trabalhar em prol de um interesse comum.

Ao me tornar consultora, pude perceber que cobranças não faltariam, mas que a cada passo, além de perceber uma evolução interna, as pessoas que me cercavam acompanhariam de perto meus desafios. Não faltaram dias de preocupações com projetos e como dar o melhor de mim, como também não foram poucas as vezes que me dediquei a corrigir erros, desde os mais banais até os mais complexos, eles sempre estavam por perto.

Com um pouco mais de maturidade, pude perceber que o foco no cliente deve ser vivido todos os dias. Para deixar um legado positivo é preciso uma reflexão sobre resultados, se as semanas passam e o resultado não chega, pare para refletir se o que você está fazendo em sua rotina realmente reflete seus objetivos. Pude ver o brilho nos olhos dos clientes que tive contato, ouvir cada sonho, acreditar em cada projeto, isso mantinha minha paixão pelo trabalho de consultoria.

Para além de toda a vivência interna, a FGV Jr. está inclusa em um universo muito maior, o movimento empresa júnior. Este, por vezes, te coloca em uma posição de humildade essencial para ser um empresário júnior, ao mesmo tempo, promove conexões entre objetivos comuns com os mais diversos lugares e pessoas. O movimento me mostrou que ter um sentimento de dono com a empresa significa aconselhar quando se tem experiências positivas para compartilhar e, ao mesmo tempo, ouvir quando se precisa de um conselho.

Assim, de consultora a Vice-Presidente, os desafios mudaram, as responsabilidades cresceram e muitas pessoas passaram por esse caminho ao meu lado. Inclusive, já falei sobre elas? De tudo que eu levo de aprendizado dessa experiência, o trabalho em equipe e lidar com pessoas foram os pontos de maior mudança para a Maria Luiza de hoje em dia. Nada como entender o momento de alguém, lidar com situações conflituosas, saber ouvir e ser ouvido. Poucas coisas são tão fundamentais quanto essas quatro.

Por isso, esta carta aberta, com um ano e meio de experiências, dias difíceis e muitos dias de conquistas, não poderia ser dedicada a outras pessoas se não a elas, que de consultores a presidência passaram pela FGV Jr. e acreditaram na empresa. Pessoas que, assim como eu, estavam orientadas para metas e compartilhavam um sentimento de equipe, caindo e levantando juntos. Guardo comigo cada momento. Aos que passarão por uma Empresa Junior, desejo que aproveitem cada segundo, façam valer a pena cada oportunidade. À FGV Jr., meu eterno muito obrigada.

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